Promotora de Justiça apresenta na Câmara Municipal projeto “Onde há educação a corrupção não tem vez”

por Lindomar A. Leal publicado 26/06/2019 12h08, última modificação 26/06/2019 12h08
Promotora de Justiça apresenta na Câmara Municipal projeto “Onde há educação a corrupção não tem vez”

Foto: Lindomar Leal/Assessoria de Imprensa

A Promotora de Justiça Luciana Fernandes de Freitas da 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Alta Floresta usou a tribuna da Câmara Municipal de Alta Floresta durante a Sessão Ordinária de terça-feira (25.06) para apresentar o Projeto “Onde há educação a corrupção não tem vez”.

Apesar de ter a tribuna à disposição pelo tempo máximo de 15 minutos, conforme prevê o Regimento Interno da Casa de Leis, a Promotora apresentou e enalteceu o projeto em pouco mais de sete minutos. Durante esse tempo, doutora Luciana Fernandes de Freitas explicou que o projeto de sua autoria e implementado pelo Ministério Público do Estado do Mato Grosso segue a matriz educacional de que a prevenção é o melhor remédio para combater a corrupção em todo tipo de ambiente, principalmente no trato com a coisa pública. “Corrupção se combate com repressão, repressão forte, repressão firme, mas se previne com educação”, afirmou.

O projeto tem como função impactar não só os alunos, como também a família e a comunidade escolar. “Trabalhamos um projeto através de etapas de competição de redação, oratória e prova de artes, nos quais os alunos e toda a comunidade escolar desenvolve trabalhos de ética e integridade fortalecendo a personalidade cidadã e acreditando, então, que neste vetor educação podemos transformar a sociedade do amanhã. Trabalharemos com as crianças e com os jovens transformando nos cidadãos éticos, probos e íntegros que queremos que atuem na nossa sociedade”, explicou a Promotora Luciana.

O Projeto “Onde há educação a corrupção não tem vez” já foi implementado nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Comodoro, Porto Alegre do Norte, Diamantino e Alto Paraguai e já impactou mais de 20 mil alunos diretamente. Em Alta Floresta o projeto já foi implementado por uma vez no âmbito do Instituto Federal do Mato Grosso (IFMT), tendo sido premiado no ano de 2018 pelo Conselho Nacional do Ministério Público, além de ter recebido o Selo Pró-Integro da FIESP de São Paulo no ano passado.

“O maior feito deste projeto, além da sua atuação com as crianças e os adolescentes no ambiente escolar, é ter levado o nome de Alta Floresta para o Congresso Nacional. O ano passado, no âmbito do plenário do Senado Federal, este projeto “Onde há educação a corrupção não tem vez”, foi lembrado e a todo tempo incentivado pela então senadora Ana Amélia Lemos, como um exemplo de trabalho cidadão e de ética para com a coisa pública, consagrado, então, essa iniciativa em âmbito nacional e levando o nome de Alta Floresta, já que o projeto estava aqui sendo implementado, a este senário político brasileiro. Este, com certeza, é um dos grandes feitos e nós precisamos honrar o nome de nossa cidade, assim como foi honrado o nome desse projeto em âmbito nacional”, enfatizou.

Como ação de implementação do projeto em Alta Floresta, este mês foi realizado um Workshop de prevenção a corrupção dedicado aos professores da rede pública e rede particular de ensino. “Felizmente lotamos o auditório da FADAF para realização deste evento, que contou com a presença maciça dos professores o que nos alegra e muito em saber que estão todos empenhados nesta luta junto conosco”, ressaltou.

De acordo com a Promotora Luciana de Freitas, no segundo semestre de 2019 a implementação do projeto terá a continuidade nas escolas com a divulgação do cronograma e das etapas de palestras, conversas, prova de redação, artes e oratória dentro das escolas.

Confira o pronunciamento da Promotora de Justiça Luciana Fernandes de Freitas na íntegra acessando aqui o canal da Câmara Municipal de Alta Floresta no Youtube.

LINDOMAR LEAL
Assessoria de Imprensa
Câmara Municipal

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